AEQ direto · SAF-T 2027

Sectores · Hotelaria e Turismo

Check-in à meia-noite. Fecho fiscal à segunda‑feira.

A hotelaria não pára à sexta-feira. O sistema que a suporta também não pode. Implementamos Cegid Primavera integrado com o PMS do hotel — Micros Fidelio é o mais comum — para que faturação, IVA, SAF-T e reporting financeiro saiam a horas, todos os meses, sem drama. O Turismo de Lisboa está entre os clientes que operam assim connosco.

80%
Taxa de rotação de colaboradores
no sector, por ano
96%
Dos gestores perde mais de
1h/dia em tarefas administrativas
€3M
Custo médio de uma falha
de segurança num hotel
12%
Do tempo de gestão
gasto em admin pura
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O que ouvimos em primeiras reuniões

Três dores da hotelaria que conhecemos bem.

O PMS e o ERP falam línguas diferentes — ou não falam.
Check-outs no Fidelio que não viram fatura no Cegid até segunda-feira. Ajustes manuais à mão em folhas de Excel. Reconciliações que consomem o primeiro dia da semana da equipa financeira. Integração real significa cada stay produzir fatura eletrónica no momento do check-out, com AEQ, sem intervenção humana.
Rotação de pessoal colide com o sistema.
A hotelaria tem turnover próximo de 80% anual. Cada formação em Cegid feita em Maio é conhecimento perdido em Setembro. Cada configuração ad-hoc no v9 fica sem dono quando a pessoa sai. Documentamos tudo, formamos em grupo e individual, e o conhecimento fica no sistema — não na cabeça de quem pode sair amanhã.
Auditorias fiscais em hotelaria são mais exigentes.
Turismo tem regimes IVA específicos (alojamento, restauração, eventos, spa). Cadeias com unidades noutros países têm complexidade acrescida. Uma fatura mal emitida multiplica-se por milhares de stays antes de alguém dar por ela. Configuramos o Cegid para o regime correto de cada unidade, com validação automática. E o SAF-T Contabilidade 2027 já fica ativo.
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O que fazemos neste sector

Oito pontos concretos, não "transformação digital".

Integração Cegid Primavera ↔ Micros Fidelio (ou outro PMS)
Stays, room service, lavandaria, spa e F&B fluem do PMS para o ERP em tempo real. Fatura eletrónica sai no momento do check-out. Reconciliação diária automática. Suportamos também Opera, Protel, Newhotel, e integrações custom quando o PMS é menos standard.
Fichas técnicas de F&B, requisições interdepartamentais
Ementas, menus de cozinha, carta de bebidas — todas com ficha técnica ligada a stock e custo real. Requisições automáticas entre bar, cozinha, lavandaria e housekeeping. Fluxos de aprovação configuráveis por chefia.
Gestão de RH e escalas
Contratos, escalas por turno, cobertura mínima por área, renovações automáticas de contratos a termo. Particularmente crítico em épocas altas onde a cobertura de noite ou de fim-de-semana pode quebrar SLA com clientes corporativos.
Dashboards de gestão — ocupação, RevPAR, CostPAR
Dashboards em Power BI alimentados pelo Cegid e pelo PMS. Ocupação diária, receita média por quarto disponível, custo por quarto disponível, GOP. Em tempo real para o diretor-geral; comparativos YoY para a administração.
Otimização de receitas (revenue management integrado)
Integração com ferramentas de revenue management existentes (Duetto, IDeaS, RateGain) para que tarifas e ocupação estejam sincronizadas entre PMS, RMS e ERP. Um único histórico, um único reporting fiscal.
Eventos e conferências — gestão de grupos
Cotações, contratos, pré-faturação e faturação final de eventos corporativos. Integração com agências MICE. Reporting financeiro de eventos como centro de lucro separado.
Conformidade fiscal — AEQ, SAF-T, CIUS-PT
A faturação hoteleira entra no comboio regulatório de 2027 antes da maior parte dos sectores. Ativamos AEQ no Cegid, configuramos o submission ao Sistema E-Fatura, e ficamos preparados para SAF-T Contabilidade em 2027. Sem pressão de última hora.
Suporte contratualizado — SLA 3h, auditado pela LAC
Linha humana das 8h às 19h em todos os dias úteis — 11 horas diárias com pessoa a responder, a apanhar os fechos de jornada do sector sem transbordar para o dia seguinte. Check-outs ao sábado não esperam por segunda-feira: fins-de-semana cobertos por on-call em contratos Premium. SLA 3h mantido em qualquer janela. Resposta real, não “pedido registado”.
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Calendário regulatório 2027

A hotelaria é dos primeiros sectores a ser afetado.

Fatura eletrónica e assinatura digital qualificada entram em 2027 para todas as empresas com faturação relevante. Volumes hoteleiros — milhares de stays por mês — tornam a conformidade não-negociável. Começámos a ativar estes módulos em clientes desde 2024.

1 Jan 2027AEQ
Assinatura Eletrónica Qualificada obrigatória
DL 28/2019. Coimas €300 a €22 500 por documento não conforme. Hotelaria afetada em tempo real (cada fatura).
Já ativo em clientes
1 Jan 2027CIUS-PT
Fatura eletrónica B2G em formato CIUS-PT
Obrigatória para faturação a entidades públicas — relevante para hotéis que trabalhem com organismos estatais.
Configuração standard
2027SAF-T
SAF-T da Contabilidade alargado
Submissão expandida à AT. Complexidade acrescida para grupos hoteleiros com múltiplas entidades legais.
Preparação em curso

A hotelaria é um dos dois sectores onde o Pack Resiliência 2027 encaixa sem ajustes — juntamos Azure, Cegid, Entra ID, AEQ e SAF-T num único contrato, num único preço, num único número de telefone.

Ver Pack Resiliência 2027 →

Perguntas que ouvimos frequentemente

FAQ — hotelaria e turismo

O nosso PMS não é o Fidelio. Trabalham com que outros?
Opera, Protel, Newhotel e PMS custom são os mais comuns em clientes nossos. Onde o PMS expõe API decente, a integração é direta. Onde não expõe, construímos um middleware — ainda em Microsoft Azure, usando Logic Apps ou Data Factory — que faz a ponte. O PMS não é critério de exclusão; o que importa é se os dados podem sair em algum formato estruturado.
Quanto tempo demora uma implementação Cegid num hotel de 100-200 quartos?
Tipicamente 4 a 7 meses em rollout Evolution, conforme número de unidades, integração com PMS, e complexidade dos processos internos. Começamos com assessment de 2 a 4 semanas onde desenhamos o projeto em detalhe e fixamos prazo e preço. Rollouts em cadeias com 5+ unidades são planeados por ondas, hotel a hotel, não "big bang".
Trabalham com hotéis de 20-30 quartos também?
Sim — a dimensão não exclui. O que exclui é quando a operação não justifica a ferramenta. Para hotéis entre 30 e 100 quartos, o Cegid justifica-se na maioria dos casos. Hotéis muito pequenos (menos de 20 quartos) com operação simples têm normalmente necessidades que soluções mais leves cobrem adequadamente — assessment inicial clarifica se é o vosso caso.
Como gerem as línguas? Muitos dos nossos diretores financeiros são estrangeiros.
O Cegid Primavera tem interfaces em PT e EN de raiz, e relatórios configuráveis em qualquer língua. A nossa documentação técnica e formação são fornecidas em PT por defeito, mas em EN quando solicitado. Vários dos nossos consultores falam inglês fluente — para chamadas com corporate em Londres, Madrid ou Frankfurt, não há fricção.
Vocês fazem revenue management? Está no scope?
Não. Revenue management é disciplina própria com ferramentas próprias (Duetto, IDeaS, RateGain) e competência específica. O que fazemos é integrar a ferramenta que escolherem ou já tiverem com o Cegid, para que tarifas, ocupação e receita reconciliem-se no reporting financeiro. Recomendamos parceiros RMS quando o cliente não tem nenhum.
Quanto custa uma implementação?
Assessment sempre preço fixo, tipicamente €3 000 a €8 000 conforme dimensão e complexidade. Implementações variam entre €20 000 (hotel único, até 80 quartos, PMS standard) e €120 000+ (cadeia multi-unidade, integrações complexas, rollout por ondas). Proposta formal com preço fechado sempre antes de assinar. Sem surpresas.

Diagnóstico de 30 minutos, sem compromisso.

Saímos da chamada com um documento: âmbito do problema, prazo estimado, preço indicativo. Se não avançarmos, fica a lista de recomendações — pode implementar connosco ou com quem quiser.